Sobre mim

Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), advogado, pós-graduando em Direito Digital pelo CERS, membro do UberHub Legaltech, membro do Grupo de Estudos em Direito Digital da UFU, membro da comissão de Direito Digital da OAB Araguari - MG e da Comissão de Startups e Inovação da OAB Santos - SP.

Atualmente, estou à procura de cases e oportunidades que me permitam trabalhar com direito de imagem, cibercrimes, privacidade, proteção de dados, segurança da informação, tecnologia e inovação. Os campos de estudo e de interesse são: Direito Digital, Direito Penal, Direitos da Personalidade e Compliance.

Verificações

Victor Rodrigues Nascimento Vieira, Advogado
Victor Rodrigues Nascimento Vieira
OAB 198.151/MG VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
PRO
Desde Agosto de 2019

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Direito do Trabalho, 20%
Direito de Internet, 20%
Direito Civil, 20%

Correspondência Jurídica

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Comentários

(8)
Victor Rodrigues Nascimento Vieira, Advogado
Victor Rodrigues Nascimento Vieira
Comentário · há 3 meses
Sou de Araguari - MG e conheço o caso.

É uma injustiça sem precedentes. Para quem quiser ter uma experiência mais aprofundada sobre o caso, indico o filme; https://www.youtube.com/watch?v=aMrZu0P9ikc

Até alguns anos atrás a peça "O caso dos Irmãos Naves" era encenada na cidade, mas infelizmente não é mais.

Além da questão relativa ao crime, chamo a atenção para mais um arroubo autoritário que aconteceu na cidade e é relacionado ao caso.

O imóvel que, na década de 30, era escritório do advogado dos Irmãos Naves, o destemido João Alamy filho. foi tombado provisoriamente alguns anos atrás. Diante da notícia de tombamento, o imóvel começou a ser dilapidado propositalmente e foi posteriormente demolido.

O imóvel demolido conhecido por “Relicário”, chegou a ser um famoso e agradável bar da cidade e tinha uma relevância história para a população de Araguari, tendo sido objeto de inventario em 1994 como patrimônio histórico e cultural.

Apesar disso tudo, o falecido proprietário, à época, antes da demolição e dilapidação, promoveu diversas reformas no bem, descaracterizando a arquitetura. O imóvel não estava totalmente demolido quando se iniciou o processo de tombamento e o processo administrativo de tombamento ficou paralisado por mais de 7 (sete) anos.

Esse tempo, segundo o MP, no processo de nº 1615076-41.2009.8.13.0035 foi “suficiente para o que o réu Luiz Peixoto, paulatinamente e contando com a omissão do primeiro requerido [Marcos Alvim, então prefeito da cidade], descaracterizasse e destruísse o imóvel”.

A Prefeitura Municipal, gerenciada por Marcos Antônio Alvim nada fez para impedir as reformas destrutivas no imóvel antes de negar a homologação do tombamento. Ocorre que ao final do processo de tombamento, o bem já estava totalmente destruído.

Mais um capítulo infeliz na história da minha querida cidade, que sempre foi palco de coronelismo e autoritarismo.

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